Sequenciamento feito uma vez, com laudo que traduz genótipo em conduta — não em rótulo de talento.
Proporção estimada entre fibras de contração rápida e lenta.
Magnitude esperada de adaptação para um mesmo estímulo.
Eixo androgênico e reatividade ao cortisol.
Velocidade esperada de normalização após carga excêntrica.
Tecidos moles, tendões e ligamentos.
Replicado em múltiplos GWAS e meta-análises, efeito robusto.
Associação estabelecida com replicação limitada.
Evidência emergente.
Apenas ACTN3 e COL5A1 alcançam nível A neste painel. Condutas apoiadas só em marcadores C são hipótese, não protocolo.
O consenso internacional de 2015 afirma que testes genéticos não têm papel em identificação de talento nem em prescrição individualizada, e recomenda que nenhuma criança ou jovem seja selecionada com base neles.
O painel foi validado predominantemente em populações de ancestralidade europeia; em elenco brasileiro a acurácia esperada é menor.
Webborn et al., Br J Sports Med 2015;49:1486-91 — 23 autores, incluindo Claude BouchardConversa técnica sobre o painel, os níveis de evidência e o que o laudo muda na sua rotina clínica.